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Cuide de seu coração para torcer



Os jogos da Copa do Mundo FIFA 2014 que prometem fortes emoções, mas que podem trazer grandes riscos aos torcedores fanáticos ou não pelo futebol. Como forma de buscar medidas preventivas para a saúde do coração no período da Copa, cardiologistas alertam para os riscos na hora de torcer, orientando que todos tenham bastante cautela antes e após “gritar gol”.

Torça com saúde- Droga RegionalOs jogos da Copa do Mundo FIFA 2014 que prometem fortes emoções, mas que podem trazer grandes riscos aos torcedores fanáticos ou não pelo futebol. Como forma de buscar medidas preventivas para a saúde do coração no período da Copa, cardiologistas alertam para os riscos na hora de torcer, orientando que todos tenham bastante cautela antes e após “gritar gol”.
 
Segundo estudo feito na Copa do Mundo de 2012, na Suíça, foi constatado aumento de 63% da incidência de morte súbita cardiovascular durante o evento. A problemática se repete na Copa da Alemanha, em 2006, quando o número de casos de emergências cardíacas duplica. Já no Brasil, uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), com dados do SUS recolhidos entre 1998 e 2010, mostrou que as ocorrências de emergências cardíacas, infarto e crises de hipertensão chegam a aumentar em torno de 16% nos jogos da seleção brasileira.
Por conta disso, especialistas na saúde do coração alertam aos torcedores quanto à necessidade em tomar medidas preventivas nos momentos de estresse e grande emoção coletiva, principalmente pelos torcedores que têm histórico de doença cardiovascular: “As emoções são boas para o coração, o problema está na intensidade desta emoção. Independente da vitória ou derrota é preciso saber encarar os jogos como um momento de diversão coletiva, principalmente para aquele torcedor que já apresenta um fator de risco para a doença cardíaca”, alertou o médico cardiologista, Marcos Borges.
 
Para aqueles que já têm colesterol alto, diabetes não controlada, pressão alta, entre outras doenças ligadas ao coração, Borges orienta que em dias de jogo evitem abusar do sal, gordura, bebidas alcoólicas, cigarros e até a elevação das emoções: “Abusar desses fatores de risco é saber que se corre um risco. Todos eles são gatilhos para evento cardiológico como infarto e derrame. O torcedor precisa se conscientizar que é necessário dar o devido valor as coisas, neste caso, nos jogos, pois uma partida não é uma vida e sim um jogo do mundial, onde ele passa e a vida continua”, completou.
E foi vivendo fortes emoções durante a partida final da Copa de 2010, em que o Brasil e Holanda se enfrentaram que a estudante de direito, Gabriele Araújo, perdeu a noção do perigo e desencadeou uma pressão arterial alta: “Lembro que o Brasil já estava de malas prontas para voltar pra casa. Estava sendo derrotado. Comecei a ter sintomas como dores de cabeça, tontura, agitação e muito nervoso. Após não consegui levantar, aferiram minha pressão que de 10 já batia nos 16. Entrei em desespero e precisei me acalmar para voltar ao normal”, contou.
 
Assim como a estudante, o marceneiro, Orlando Cerqueira, experimentou dos males da própria emoção: “Foram precisos mais de três jogos do Campeonato Baiano de 2012 para perceber que o futebol afetava com minha saúde, pois todas as vezes que assistia ao jogo no qual meu time disputava e perdia imediatamente minha pressão aumentava por conta da minha diabete tipo dois me deixando mal. Para essa Copa, preparei minhas emoções e com certeza torcerei com mais cautela”, assegurou.
 
 
porAmanda Sant´Ana
Tribuna da Bahia

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